O Reisado de São Vicente, que já tem mais de 200 anos de estrada — ou seja, já existia antes mesmo de muita gente pensar em nascer —, prova que a tradição no distrito de Tiquaruçu é pau na máquina e fé no coração. É o símbolo puro da nossa identidade, daquela resistência que só o povo daqui tem.
O agito tá marcado: 17 e 18 de janeiro
Em 2026, a programação tá no grau! No sábado e domingo, dias 17 e 18 de janeiro, o estádio vai virar o palco da alegria com shows musicais que não vão deixar ninguém parado. E no domingo, aquele momento que a gente fica “com o coração na mão” de tanta emoção: o tradicional cortejo do Reisado ganhando as ruas. É gente de todo canto, devoto, turista e a galera da própria terra se misturando naquela resenha boa que só o baiano sabe fazer.
As ruas de Tiquaruçu viram um verdadeiro “furdunço” do bem. Tem cantoria, dança, os instrumentos afinadinhos e, claro, aquelas barracas com comidas típicas que fazem a gente perder a linha na dieta, mas ganhar a alma em felicidade. Tudo isso pra celebrar o Menino Jesus com o respeito que Ele merece.
Tradição que não se apaga nem com reza braba
Não é só um desfile, viu? O Reisado de Tiquaruçu é raiz! São famílias inteiras que passam o bastão pros mais novos, garantindo que a cultura não morra. Nesses mais de dois séculos, o grupo virou uma rocha de resistência, mantendo vivo o saber dos nossos antepassados enquanto o mundo gira na velocidade do Wi-Fi.
O domingo é o “pulo do gato”
Se você quer ver o brilho nos olhos do povo, chegue no domingo, dia 18. O desfile do Reisado de São Vicente é o ápice da festa. O grupo bicentenário bota o bloco na rua, espalhando música e aquela energia que renova a fé de qualquer um. É a cultura popular viva, pulsando no meio da galera.
Fé, Social e aquela Economia que agradece
O evento é um pacote completo: tem a devoção religiosa aos Santos Reis, o valor cultural que é patrimônio nosso e, claro, o lado social. A festa fortalece a união da comunidade, promove aquele reencontro gostoso de famílias e ainda dá um gás na economia da região.
De acordo com as autoridades locais, “Essa celebração é o espelho da nossa alma. Manter o Reisado vivo é garantir que as futuras gerações saibam quem somos e de onde viemos, com toda a dignidade e alegria que o povo feirense carrega.”
Fotos: Izinaldo Barreto – Arquivo

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