Se ligue na programação: O festival vai reunir a nata da música nacional, com gente do calibre de Ana Carolina, Diogo Nogueira, Baby do Brasil, Sandra de Sá e Joanna.
Para começar com o pé direito (e o coração batendo forte), nesta quinta-feira, dia 11, quem desembarca em Feira de Santana é ninguém menos que Geraldo Azevedo. O homem é ícone, é mestre e dono de um repertório que atravessa gerações sem perder a majestade.
A galera já sabe e gosta: quando ele puxa o violão, todo mundo canta junto. Se prepare para ouvir hinos como:
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“Dia Branco” (para os apaixonados);
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“Dona da Minha Cabeça” (a campeã de pedidos!);
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“Você se Lembra”;
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“Caravana”;
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“Bicho de Sete Cabeças”;
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“Moça Bonita”.
Isso é prova de que música boa não tem prazo de validade, meu rei! Aos 80 anos, esse pernambucano de Petrolina tem uma energia que bota muito menino no bolso. Onde ele pisa, é sucesso garantido. E na Praça Padre Ovídio a previsão é de casa cheia e coro uníssono. Com seu inseparável chapéu e aquele sotaque sertanejo que é música para os nossos ouvidos, Geraldo promete mais uma daquelas apresentações que ficam na memória.
Mas a noite tem mais estrela brilhando!
A outra atração de peso dessa estreia é a Orquestra Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia). E não vá pensando que é só música clássica paradona não, viu? O repertório dos meninos é retado e mistura peças eruditas com canções populares de vários estilos.
Essa versatilidade é a marca do Neojiba. A proposta pedagógica deles é justamente essa: usar a música coletiva para transformar vidas, integrar a galera e mostrar que talento não tem fronteira. É música para emocionar e agradar a gregos, troianos e baianos!
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Foto: Jorge Magalhães e redes Sociais de Geraldo Azevedo
