O Centro Cultural Sesc Feira vai ficar pequeno nos dias 15 e 16 de maio! O artista Rodrigo Bruggemann, o famoso Palhaço Piruá, desembarca na Princesa do Sertão com o Palco Giratório. O projeto é o maior fuzuê das artes cênicas do Brasil e em 2026 tá rodando mais que notícia ruim, passando por 113 cidades!
Dentro da Mostra Sesc de Artes – Aldeia Olhos D’Água, o Piruá traz a peça “Sancho Pança – O Fiel Escudeiro”. Pense num enredo massa: o palhaço está internado num hospício porque jurou de pé junto que é o parceiro de aventuras de Dom Quixote. É risada garantida, mas com aquele toque de crítica social pra gente pensar nos “moinhos” da vida moderna. O espetáculo é um convite pra todo mundo se libertar e viver a loucura do bem.
Aprenda a arte da palhaçada (de graça!)
Para quem não quer só assistir, mas quer aprender o “pulo do gato”, vai rolar uma oficina retada de 3 horas na sexta-feira. É pra artista, estudante ou qualquer um que queira entender esse “estado de vibração” que o Rodrigo lapidou em 20 anos de estrada. Segundo o mestre Rodrigo Bruggemann:
“O palhaço não é só um personagem, é um estado de vibração. É estar aberto, livre e sem filtros diante do público, compartilhando angústias e alegrias sem medo.”
Confira a agenda pra não ficar de fora:
Oficina Gratuita (3h)
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Data: Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Horário: Das 18h às 21h
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Inscrição: Pelo link sescfeira
Espetáculo: Sancho Pança – O Fiel Escudeiro
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Data: Sábado, 16 de maio de 2026
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Horário: 16h
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Entrada: Gratuita (chegue cedo, não precisa pegar ingresso antes!)
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Local: Centro Cultural Sesc Feira de Santana
Quem é esse tal de Piruá?
No mundo do milho, o “piruá” é aquele que se recusa a estourar, né? Mas Rodrigo Bruggemann provou que nem todo milho nasceu pra ser pipoca de cinema; alguns nasceram pra brilhar no palco! Paulista de nascimento, mas com o coração fincado no Nordeste (mora em Natal/RN), ele trocou a vida de agência de publicidade e oficina mecânica pela liberdade das pernas de pau.
Diferente daquele palhaço que só faz careta, o Piruá mostra a cara limpa e a alma exposta. Ele traz pro palco o que ele chama de “lágrimas de pipoca” – um transbordamento de emoção de quem vive o sonho junto com a plateia. Com formação internacional e muita bagagem de rua, ele chega em Feira pra mostrar que a arte é lugar de todo mundo se sentir em casa. Cola com a gente que vai ser massa!
Foto: Divulgação
